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O Mago Interior — A Arte de Transformar o Caos em Sabedoria

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  O arquétipo mais silencioso… e talvez o mais poderoso de todos. Quando ouvimos a palavra "Mago" , a imaginação leva-nos para um mundo de varinhas mágicas, feitiços e fantasia. Mas o Mago de Robert Moore não tem nada a ver com isso. Não é um ilusionista. Não é um homem que procura impressionar. É aquele que consegue olhar para uma situação onde todos veem confusão... e descobrir um padrão. Enquanto o Guerreiro pergunta: "O que preciso de fazer?" O Mago pergunta: "O que está realmente a acontecer?" Essa diferença muda tudo. Segundo Robert Moore e Douglas Gillette, o Mago representa a energia do conhecimento, da consciência, da observação e da transformação. É o arquétipo do investigador, do cientista, do filósofo, do terapeuta, do mestre, do artesão e de todos aqueles que dedicam a vida a compreender aquilo que permanece invisível para a maioria das pessoas. O conhecimento não é informação Vivemos numa época em que sabemos quase tudo. Temos...

O Que Acontece às Pessoas Que Morrem Sem Saber Que Morreram?

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  A inquietante hipótese de Robert Monroe Há uma ideia que atravessa praticamente todas as culturas humanas. Quando alguém morre, sabe imediatamente que morreu. Mas... e se isso nem sempre acontecesse? Foi precisamente esta pergunta que levou Robert Monroe a escrever algumas das páginas mais surpreendentes da sua obra. Durante as suas experiências fora do corpo, Monroe afirmava encontrar, ocasionalmente, pessoas que continuavam a agir como se a vida física nunca tivesse terminado. Não se viam como "espíritos". Não acreditavam estar mortas. Continuavam simplesmente a viver a rotina que conheciam, incapazes de compreender porque ninguém parecia ouvi-las ou responder-lhes. A primeira reação é pensar: "Como é possível alguém morrer sem perceber?" Mas talvez a pergunta mais interessante seja outra. Será que a consciência muda tão depressa quanto o corpo? A força do hábito Pensa na tua própria vida. Quantas coisas fazes automaticamente? Levantas-te da cama. ...

O Guerreiro Maduro vs o Guerreiro Imaturo: A Verdadeira Batalha Acontece Dentro de Ti

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  Todos nós conhecemos alguém que vive constantemente em guerra. Discute por tudo, sente necessidade de provar que tem razão, reage por impulso e interpreta qualquer crítica como um ataque. Mas também conhecemos pessoas que enfrentam dificuldades enormes sem perder a calma, protegem quem amam sem recorrer à violência e mantêm-se firmes sem necessidade de dominar os outros. A diferença entre estas duas pessoas não está na força. Está na maturidade do seu guerreiro interior. Na psicologia dos arquétipos inspirada em Jung e desenvolvida por Robert Moore e Douglas Gillette, o Guerreiro representa a energia da coragem, da disciplina, da ação e da capacidade de lutar pelo que realmente importa. Porém, essa energia pode manifestar-se de forma madura ou permanecer presa às suas sombras. O guerreiro imaturo acredita que vencer significa derrotar alguém. Discute para ter razão. Confunde autoridade com controlo. Reage antes de pensar. Vive em competição constante. Tem dificuldade em admitir e...

Antes de Pedirmos Mais às Pessoas, Devemos Aprender a Compreendê-las

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 Vivemos numa época em que quase tudo pode ser medido. Medimos produtividade, desempenho, vendas, resultados, competências e indicadores de sucesso. No entanto, raramente medimos aquilo que pode fazer a maior diferença: o grau de alinhamento entre uma pessoa e o lugar que ocupa . Quando um colaborador perde motivação, a primeira tendência é procurar o problema na pessoa. Falta de empenho, pouca iniciativa ou resistência à mudança são explicações frequentes. Mas será essa a pergunta certa? E se a questão não fosse "O que esta pessoa tem de mudar?" , mas sim "Será que compreendemos verdadeiramente o seu potencial?" Na natureza, nenhuma floresta é composta por uma única espécie de árvore. Num corpo humano, cada órgão desempenha uma função diferente. Também nas organizações, a diversidade de capacidades é aquilo que torna uma equipa resiliente e inovadora. O desafio não é tornar as pessoas iguais. É criar ambientes onde possam revelar o melhor de si. Foi desta re...

O Arquétipo do Guerreiro Segundo Robert Moore: A Maior Batalha Nunca Foi Contra os Outros

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  Vivemos numa época em que a palavra "guerreiro" perdeu quase todo o seu significado. Tornou-se sinónimo de competição, agressividade e capacidade de vencer adversários. Crescemos rodeados por uma ideia de força associada ao domínio, à conquista e à ausência de vulnerabilidade. No entanto, Robert Moore propôs uma visão completamente diferente. Para ele, o Guerreiro não nasce da necessidade de derrotar alguém. Nasce da capacidade de colocar a própria força ao serviço de algo maior do que o ego. Esta diferença parece subtil, mas muda completamente a forma como olhamos para nós próprios. A verdadeira batalha nunca acontece entre duas pessoas. Acontece dentro de cada uma delas. É por isso que tantas pessoas passam a vida inteira a lutar contra colegas, parceiros, familiares ou contra o próprio mundo sem perceberem que o conflito exterior é, muitas vezes, apenas um reflexo de um conflito que ainda não encontraram coragem para enfrentar dentro de si. Robert Moore recupera uma i...

Porque Falhamos Tanto a Compreender Pessoas?

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  Há uma pergunta que raramente fazemos. Talvez porque nunca nos ensinaram. Quando uma criança tem dificuldades na escola perguntamos: Porque não aprende? Quando um colaborador está desmotivado perguntamos: Porque não produz? Quando um casal entra em conflito perguntamos: Porque não resulta? Quase nunca fazemos outra pergunta. Será que compreendemos verdadeiramente esta pessoa? Talvez seja aqui que começa o problema. Durante décadas construímos sistemas extraordinários para medir desempenho. As escolas medem notas. As empresas medem produtividade. Os hospitais medem indicadores. Os governos medem estatísticas. Mas existe uma coisa que quase nunca medimos. Até que ponto aquela pessoa consegue ser ela própria naquele ambiente? Talvez porque seja difícil medir. Mas é precisamente isso que muda vidas. Uma criança pode ter notas baixas... ...e ser profundamente inteligente. Um trabalhador pode parecer desmotivado... ...e estar apenas no luga...

Sinastria Familiar: O Que os Mapas de Nascimento Revelam Sobre os Laços Que Não Escolhemos

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  Escolhemos os nossos amigos. Escolhemos, até certo ponto, os nossos parceiros. Mas não escolhemos a nossa mãe, o nosso pai, os nossos irmãos, os nossos filhos. Chegamos a estas relações já dentro delas — e passamos, muitas vezes, a vida inteira a tentar perceber porque é que amamos tanto alguém com quem, ao mesmo tempo, é tão difícil comunicar. A sinastria familiar nasce exatamente desta pergunta. E a resposta que encontra, invariavelmente, é a mesma: não é falta de amor. É diferença de linguagem interna — e essa linguagem pode ser lida com um rigor muito maior do que a intuição sozinha alguma vez conseguiria. O Que É, Na Prática, Uma Sinastria Familiar Sinastria é a palavra técnica para o cruzamento entre dois mapas astrológicos — normalmente usada para casais, mas que funciona exatamente da mesma forma entre mãe e filha, pai e filho, ou irmãos. Em vez de olhar para um mapa de cada vez, colocamos os dois lado a lado e perguntamos: onde é que os planetas de uma pessoa tocam...